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08 maio 2014

Brazil Quality Summit

Está quase tudo pronto para a sétima edição do Brazil Quality Summit, a ser realizado na próxima sexta-feira, dia 09 de maio, na Câmara Americana de Comércio – AMCHAM de São Paulo. Um seleto grupo de empresas brasileiras participará de uma importante jornada de conferências com temas relevantes, como Reputação Corporativa, Responsabilidade Social Empresarial e Gerenciamento de Marcas.

17 fevereiro 2014

Entrevista, o Dr. Daniel Maximilian Da Costa

Nessa entrevista, o Dr. Daniel Maximilian Da Costa,  fundador e CEO da  Latin American Quality Institute 


Nos comenta sobre os resultados da organização no ano de 2013, os desafios e projeções que o novo ano traz e sua missão de continuar difundindo a Qualidade Total e as 40+10 ações que englobam as diretrizes para desenvolver empresas socialmente responsáveis.


11 setembro 2013

40+10 ações

A LAQI sempre incentiva os empresários membros de sua rede a desenvolverem e fomentarem as boas práticas, tornando-se empresas socialmente responsáveis. 

Através das 40+10 ações, enfatiza-se a Responsabilidade Social Empresarial como um termo para criar organizações inteligentes que estabeleçam

11 março 2013

A LAQI faz parte da edição Ibero-americana do Anuário Corresponsables



A LAQI faz parte da edição Ibero-americana do Anuário Corresponsables, o qual aborda a situação da RSE em nossa região. Nosso fundador e CEO, o Dr. Daniel Maximilian da Costa, expõe as provocações e progressos que as empresas membros da LAQI vêm enfrentando nos últimos anos.

21 fevereiro 2011

Uma nova etapa para o desenvolvimento sustentável


Atualmente, podemos peceber que a conexão entre as empresas e a sociedade é cada vez maior, o que faz com que o diálogo entre ambas seja mais fluente para a satisfação das duas partes. Este momento é conhecido como ‘Era 2.0’, a qual chegou à ONU e a fez tomar a decisão de lançar o ‘Global Compact 2.0’.

Trata-se de uma iniciativa das Nações Unidas que reconhece a responsabilidade social como uma ferramenta de grande importância, já que vivemos numa nova era e os desafios propostos por ela podem ser resolvidos por meio da cooperação e da liderança global. Da mesma forma, é fundamental a cooperação internacional entre os governos, a sociedade civil e o setor privado para que se possa contar com um trabalho conjunto, a fim de conquistar o bem global coletivo.

No último Fórum Econômico Mundial, em Davos, o Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon, aprovou o lançamento do Global Compact LEAD, que conta com a assinatura de mais de cinquenta empresas líderes em sustentabilidade, responsabilidade social e ambiental, e transparência corporativa. Este exclusivo grupo de empresas estratégicas trata de temas ambientais, sociais e de governabilidade. Sabe-se que não são muitas as empresas envolvidas em tais temas e, por esta razão, as que fazem parte enviam uma poderosa mensagem.

"Um compromisso renovado com os princípios fundamentais, ao invés de encerrar-se no nacionalismo, protecionismo e outros ismos que promovem interesses comuns mesquinhos sobre os objetivos globais."
Ban Ki-moon

Um novo horizonte

Para esta nova etapa, a ONU propõe a integração como chave do novo cenário econômico sustentável. Além do mais, reconhece como pontos fundamentais as redes de comunicação e o estabelecimento das alianças de alcance mundial orientadas a um mesmo objetivo: o desenvolvimento sustentável, a transparência e a responsabilidade.

Em 1999, o então Secretário Geral da ONU, Kofi Annan, lançou no Fórum Econômico Mundial de Davos o Global Compact, com a finalidade de promover a ideia de que o compromisso empresarial em assuntos globais beneficia tanto os negócios quanto a sociedade a longo prazo.

O atual Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon, aposta em desenterrar o pensamento a curto prazo a favor das soluções a longo prazo, incentivando a não refugiar-se em doutrinas que promovem os limitados interesses próprios frente aos objetivos globais comuns.

O novo Pacto Global oferece uma excelente plataforma para diferentes temas, como, por exemplo, o cuidado com o clima e a institucionalização dos diversos mecanismos da responsabilidade social empresarial, para poder estabelecer um marco que atenda os aspectos sociais, ambientais e de bom governo. Esta é uma era que traz a integração de todas as partes envolvidas na busca de um benefício global.

A seguir, a sessão completa sobre Desenvolvimento Sustentável do Fórum Econômico Mundial 2011, em Davos, Suíça.


22 novembro 2010

Empresas e sociedade: como beneficiaR-SE?

A responsabilidade social empresarial (RSE) se transformou num fator determinante para o progresso das comunidades, tanto social como econômica e ambientalmente. É uma forma de gestão que inclui as expectativas de todos os grupos de interesse (acionistas/investidores, colaboradores e suas famílias, comunidade, clientes, fornecedores, meio ambiente e governo) em torno à empresa com um objetivo em comum: alcançar o desenvolvimento sustentável.

Uma empresa que aposta na RSE toma consciência do papel que lhe corresponde no desenvolvimento da sociedade, reconhecendo-se como agente de transformação capaz de melhorar a qualidade de vida e a competitividade em seu ambiente de atuação.




 
Mr. Quality menciona 
os benefícios da  
Responsabilidade Social Empresarial








Num âmbito interno:
  • Aumenta a fidelidade com a marca e o compromisso. 
  • Aumentar a motivação interna e a produtividade.
  • Reforça a comunicação e a credibilidade.
  • Incentiva a cultura de consciência social.
  • Conta com benefícios fiscais.
  • Facilita a negociação com os interlocutores sociais.
Num âmbito externo:
  • É um elemento diferencial com relação à competência.
  • O cliente está disposto a mudar de marca ou de empresa por esta razão. A maioria dos clientes não se importa em pagar um preço mais elevado por um produto ou serviço que esteja relacionado à RSE.
  • Maior interesse por parte dos meios de comunicação, o que implica uma melhoria da imagem pública da empresa.
  • Aumento da fidelidade dos clientes.



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